Já disse alguém
com sabedoria: o valor de um bom começo. Nos primórdios,
aqui chegaram descendentes de várias etnias: italianos,
espanhóis, portugueses, japoneses, sírio-libaneses
e nordestinos.
Todos enriqueceram a comunidade adamantinense. Uma cidade
se equipara a um corpo humano que para ter vitalidade deve
ter todos os órgãos em saudável funcionamento:
coração, pulmões, rins, intestinos, etc.
Aqui, todos os órgãos funcionam a contento:
escolas, sistema de saúde e hospitalar, segurança,
abastecimento de água e energia, atendimento aos idosos,
carentes e excepcionais, setor desportivo e recreativo, entidades
filantrópicas e setor empresarial.
Terra de gente que construiu várias escolas e recusou
penitenciária. Por essas razões, Adamantina
ostenta o título de campeã no Rank–IDH
da região da Nova Alta Paulista, segundo dados de uma
belíssima revista que começa a circular na região
e conforme outros dados oficiais existentes. Ou seja, ela
é detentora da melhor qualidade de vida, superando
Tupã e Dracena.
O curioso é que supera até cidades que já
colocaram seus clubes de futebol na Primeira Divisão,
como Matão (terra da valsa inesquecível), Taquaritinga
(terra dos meus sogros), Itápolis (terra natal do meu
pai) e Novo Horizonte (minha terra Natal). Deixa para trás
no nível de vida até Barretos, mundialmente
famosa pelos holofotes e movimentação financeira,
mas ainda bem carente em termos de IDH.
Às vezes, perder ou ganhar pequenas conquistas faz
parte do jogo. O que se deve evitar é perder a classificação
no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), porque aí
a coisa começa a complicar de verdade.
Por enquanto, Adamantina é Flamengo na região,
neste campeonato de qualidade de vida que nunca termina.