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Frase da semana


 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os sonhos que temos...
Mais um ano findo e, com ele, os sonhos de 2009. Inicia-se 2010. Projetamos, de novo, nossos sonhos. O sonho é uma forma de dizer que não estamos sós. No mínimo, algo de nós deve estar nele. E se está nele, é que também está conosco, acompanhando-nos.
Quais são os sonhos de 2010 para os adamantinenses? Há muitos, porque, quem luta, sempre sonha. Como todo sonho é desejo, só se pode desejar aquilo que ainda não se tem.
Ainda não temos um trânsito humanizado, com os menores índices de acidente; ainda não temos uma saúde pública de acesso fácil e de qualidade; ainda não temos empregos suficientes para que os nossos filhos não tenham que deixar sua cidade natal; ainda não temos uma natureza respeitada, sem os lixos despejados em nossos córregos; ainda não temos o reconhecimento regional de nossa força no ensino; ainda não temos uma cidade limpa e cheirosa, sem o mau cheiro de carniça; ainda não temos uma cidade de atletas e artistas; ainda não temos uma cidade de baixos índices de mortalidade infantil; ainda não temos uma cidade de fome zero; ainda não temos uma cidade que proteja os idosos; ainda não temos uma cidade de lideranças políticas fortes e atuantes; ainda não temos analfabetismo zero; ainda não temos uma cidade, onde as pessoas são respeitadas pelas agências bancárias, sem ter que enfrentar filas acima do tempo permitido; ainda não temos uma cidade que ofereça espaços adequados de lazer e recreação para todas as faixas etárias; ainda não temos uma cidade que seja reconhecida pelo Estado e União, regionalmente, pelo seu potencial socioeconômico.
Mas temos uma cidade que a líder da região do oeste paulista em IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), conforme manchete desta edição. Assim sendo, com o efetivo empenho e participação de todos, principalmente daqueles que exercem funções públicas, pagas com dinheiro da população, Adamantina pode ter tudo aquilo que acima foi mencionado como sonhos. Boas festas!!!

 


Adamantina de todos nós

É clima de festa. A cidade se enfeitou. Atrás da beleza natalina da Cidade Jóia, mãos silenciosas trabalharam vários meses para ofertar a cada cidadão a esperança de um novo tempo. Material reciclável, bem dentro da visão de município Verde Azul, voluntários e funcionários da prefeitura durante vários meses trabalharam silenciosamente, se superando a cada ano. Benditas sejam as mãos que realizam o trabalho. Benditas sejam estas mãos que criaram coisas belas. Com os enfeites nas ruas, nas praças, no paço municipal, rodoviária, a cidade se ilumina.
O comércio mostra o que tem de melhor, tornando-se atrativo para as cidades circunvizinhas. O clima é de esperança e de renovação. Assim, com a cidade enfeitada, enfeitemos nossos corações, com sorrisos, mesmo no corpo cansado. Com harmonia, mesmo com nossas diferenças, abrace, abrace muito... Abraços fortemente distribuídos e, apenas a esperança no coração de um Natal de Paz. Do nascimento do Deus-Menino, que veio até nós para salvar, amar, doar, auxiliar, repartir e fazer as pessoas felizes. Ele nunca pediu muito. Apenas, amor.

 

Lucélia, Capital da Amizade

“Oh, minha linda Lucélia; terra boa, onde eu nasci”. Assim começa o seu hino de amor, composto pela dupla Palmeira e Luizinho. Em compasso ternário, a melodia valseia, com harmonia, o sentimento de seus habitantes. Falar de Lucélia é algo sempre gratificante. Não é à toa ser a sua avenida principal a Internacional, refletindo o espírito de seus pioneiros. Denomina-se, espontaneamente, de Capital da Amizade, simbolizando o calor humano reinante na alma de seus filhos. Desde o início, sempre foi uma cidade alegre e acolhedora no tratamento de seus visitantes.
A sua origem está relacionada ao espírito liberal, amante da cultura e das artes. Aliás, dentre outras, uma das grandes expressões do teatro brasileiro viveu sua infância, adolescência e juventude nesta querida cidade, nos anos 50 e 60. Trata-se do dramaturgo Naum Alves de Souza. Foi em Lucélia que Naum bebeu da fonte da cultura para alimentar suas idéias.
Lucélia é marco de esperanças projetadas na região. Não há cidade, que dela não tenha buscado a sobrevivência de seu cotidiano. Desde a barranca do Rio Paraná até Inúbia Paulista, antigo distrito de Ibirapuera, as cidades que surgiram, como se fosse um colar de rosário aberto sobre o espigão, encontraram, na Capital da Amizade, alimento para o corpo e sonhos para a alma. Boas festas!


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